terça-feira, 3 de novembro de 2015

Uso das TIC no contexto escolar regular: Educação Infantil, Ensinos Fundamental e Médio e Educação Especial, um breve parecer

Texto Grupo 3

Resumo 

Atualmente, as Tecnologias da Informação e da Comunicação (TIC) permitem criar materiais didáticos que tornam mais efetivos os ambientes de ensino - aprendizagem, deste modo, não podemos negar que as TIC invadiram o âmbito educacional transformando-o em algo diferente do que tradicionalmente que estávamos acostumados. Por meio delas, as informações e mensagens veiculadas pelos meios tecnológicos (neste caso, a internet), ao serem trazidas e trabalhadas dentro do contexto educacional, exigem que haja revisão de metodologias e didáticas por parte dos docentes, pois há uma crescente necessidade da intervenção de um professor mediador capaz de apresentar diferentes aspectos de relevância no seu uso. Por essa razão, esse artigo pretende contextualizar a integração das TIC e auxiliar na compreensão de que essa nova forma de aprendizado pode se tornar uma grande ferramenta no desenvolvimento do trabalho pedagógico e beneficiar uma prática docente que, ao ser mediada por ela nas escolas, favorece a reflexão e concretização sobre o ensino e a aprendizagem, o que demonstraremos com base na observação do caso do uso das Tecnologias Assistivas. 

Palavras-chaves: TIC. Aprendizagem. Contexto Escolar.

INTRODUÇÃO 

Na época contemporânea, a educação é um grande desafio, tanto no âmbito das políticas e programas nacionais, quanto no âmbito restrito de uma sala de aula. O governo brasileiro tem adotado, no decorrer de nossa recente história educacional, diversas estratégias que visam melhorar e universalizar o ensino, em função de objetivos específicos relacionados às demandas da sociedade de cada tempo e às posições ideológicas de cada governo, para iniciar o assunto deste trabalho sobre o uso das Tecnologias no Contexto Escolar, o seguimento utilizado encontra-se nos Parâmetros Curriculares Nacionais, os PCN. 
Entendemos que o saber é orientado de acordo com o desejo do sujeito, que é sua maior motivação. Neste caso, o educador é apenas mais um facilitador, que orienta, questiona, relaciona, motiva e constrói junto o processo e aprendizagem, sem tirar a autonomia do sujeito, assim como defendida por Paulo Freire em sua ideologia sobre o aprendizado democrático. Dessa forma, o professor não é o detentor do saber, e sim um mediador entre o aluno e o conhecimento na utilização das tecnologias no contexto escolar.
A real necessidade que evidenciamos é a busca da transformação das práticas pedagógicas e a introdução das tecnologias como auxiliar no contexto escolar. Claro, tal transformação nunca foi fácil e nem será, o que podemos dizer é que temos pontos a nosso favor, pontos esses que para muitos é desafio. Não adianta fecharmos os olhos, nosso alunado é tecnológico e vive uma realidade diferente da sala de aula tradicional, logo, nosso papel, enquanto educadores, é transformar, trazer para perto de nós esse mundo e essa realidade que nossas crianças e jovens vivem, pois, conforme Lúcio Spagnol (2015), "A tecnologia não precisa necessariamente revolucionar a aula: pode ser usada para ajudar professores e alunos a trabalhar conteúdos mais abstratos, por exemplo, ou facilitar o aprendizado."
Muitas vezes, o medo do desconhecido, principalmente, pela falta de domínio no uso das novas tecnologias por parte dos docentes pode ser uma das razões de afastamento e rejeição em relação a sua utilização dentro do ambiente escolar, mas vivemos cercados em nosso cotidiano por todo tipo de aparato tecnológico e, portanto, incluí-los no desenvolvimento das atividades escolares é apenas mais um passo dessa sociedade em que estamos inseridos. Por essa razão, devemos nos preparar para nos beneficiar daquilo que nos auxilia na construção das competências e habilidades tão exigidas de nossos jovens e crianças em formação, ao mesmo tempo temos de entender que:

Tratando-se de um primeiro passo para garantir a aquisição de uma visão fundamentada na utilização das tecnologias em contexto escolar, importará enfatizar a necessidade de assegurar o desenvolvimento de uma perspectiva transdisciplinar na gestão de um projeto formativo integrado e comum, que se exprima pela colaboração efetiva de diferentes disciplinas, agentes e atores educativos, (...), dedicado às metas de aprendizagem. Um desafio que, como se depreenderá, não terá como interlocutores apenas os professores, mas todos os agentes com responsabilidade nas áreas da educação e formação abarcando uma diversidade de aspetos e exigindo múltiplas condições à implementação das mudanças desejadas, entre as quais se incluem as que respeitam à formação e ao desenvolvimento profissional dos professores(...). 
CRUZ et al, 2012.

Por meio de uma pesquisa recente realizada e publicada pelo Jornal Destak, da empresa CETIC (MARQUES, 2014), sobre o uso de internet no celular, além de constatar que há um crescimento dessa prática entre os estudantes, também se verificou que os professores, do mesmo modo, estão acessando mais a rede, o que elevou o percentual de usuários de 36%, em 2013, para 64%. A pesquisa ainda relata que a proporção de estudantes e professores que usam internet pelo celular entre alunos de escolas públicas chega a 79%, e em escolas particulares o número é ainda maior: 84%, diferença significativa se comparada aos dados anteriores que apontavam, em 2013, 59% na escola pública, e 73% na instituição privada.
Os dados sobre Tecnologia da Informação e da Comunicação Educação 2014, divulgada pelo Comitê Gestor da Internet no Brasil, CGI (MARQUES, 2014), mostram que a escola não é o principal ambiente de uso da internet por estudantes, sejam de escolas públicas ou particulares. Neste caso, o domicílio continua sendo o principal local de acesso à internet, com 77% e 93%, respectivamente. 
Ainda, apenas 41% dos alunos de instituições públicas conectam-se à rede da escola. Na avaliação dos pesquisadores, a falta de formação e de infraestrutura ainda são barreiras para professores utilizarem recursos educacionais digitais com propósito pedagógico. Menos de um terço dos professores de escolas públicas tem a sala de aula como principal local de uso dessas tecnologias comunicação, mesmo percentual de 2013. 
De acordo com Alexandre Barbosa, gerente do CETIC (MARQUES, 2014), “Embora a infraestrutura de tecnologia de informação e comunicação esteja avançando nas escolas brasileiras, o seu uso, bem como a sua apropriação nas práticas pedagógicas, ainda representa um desafio para projetos educacionais e políticas públicas" 
Portanto, a internet é algo que já é parte de nosso cotidiano, no entanto, muitas vezes é difícil pensar em soluções de atividade educativas com internet na sala de aula. Mais difícil que pensar nisso, é proporcionar aos alunos o apoio necessário para que ele possa aprender de forma efetiva. Inserir a internet no contexto escolar traz diversas oportunidades para recursos e informações em um clique. Dentro desse cenário, o papel do educador é dar o apoio necessário aos estudantes, orientando-os de forma efetiva e enriquecedora.
Assim, diante dessa nova realidade, faz-se necessário repensarmos o trabalho docente, principalmente, no que tange a sua metodologia. Uma vez que nossos discentes apresentam novas características, devemos, como mediadores, adaptar-nos para obter sucesso no processo ensino-aprendizagem. Como se pode observar, os dados apontam para um avanço quantitativo do uso das tecnologias, tanto pelos alunos quanto pelos professores. De fato, cada vez mais encontramos pessoas conectadas por meio de recursos digitais, acarretando em sua popularização. Todavia, é preciso avançar no uso desses recursos nas práticas pedagógicas, quesito o qual nos leva à questão da qualidade, ainda estamos atrás de muitos países.
Professores até tentam inovar, levar para as quatro paredes da sala de aula recursos tecnológicos que possibilitem a transformação dos alunos em indivíduos autônomos e críticos. Porém, esbarram em elementos fundamentais para a inclusão digital em sala de aula: a quantidade de recursos insuficiente quando comparados à quantidade de alunos e de professores, a capacidade do sinal de internet (quando ela existe na escola), entre outros. Essas questões precisam ser resolvidas para que as escolas, principalmente (ou unicamente) as públicas, consigam desenvolver práticas inovadoras, pois, assim como afirma Moran (2013),

Quando insistimos em melhorar os processos sem mudar o modelo convencional, ele não nos serve para um mundo que exige pessoas muito mais competentes em lidar com a mudança, com a complexidade, com a convivência em projetos diferentes e com pessoas de culturas e formações diferentes.  
Tendo esse contexto em mente, criar jogos interativos, trabalhos filmados, telejornais entre outras atividades possíveis e potencializadas pelas TIC são muitos dos pontos-chave do novo parâmetro. Desse modo, utilizando-se de imaginação e criatividade, os alunos elaboram bons trabalhos, divertidos, prazerosos e, claro, coberto de informações, seja no papel, notebook, tablets e, até mesmo, no celular. O importante não é a forma como apresentam, mas o aprender, o decodificar e passar a mensagem adiante. Visar à capacidade do aluno com base na tecnologia é um excelente caminho, pois “unimos o útil ao agradável”, já que a geração que trabalhamos é conhecida como geração tecnológica.
Logo, quem disse que não dá para incorporar o tradicional com o não tradicional? Não tem jeito, a evolução está aí e cabe a nós educadores nos integrarmos a ela, assim como trazer nossos educandos para perto de nós, fazendo da educação algo simples e prazeroso. Precisamos mudar, precisamos inovar, mas a profunda transformação só acontecerá quando os meios ideais forem de fato disponibilizados pelos governos e/ou pelas instituições escolares. 

A TECNOLOGIA ASSISTIVA COMO COLABORADORA DO APRENDIZADO
O recurso de Tecnologia Assistiva auxilia a criança no processo de inclusão escolar, pois seria inviável a participação, por exemplo, de um aluno com deficiência motora grave na escola sem o recurso, acrescentando que essa modalidade tecnológica traria maiores benefícios quanto antes for implementada.
Os pais e os professores, observando os benefícios do uso dessa tecnologia, reconhecerão a sua capacidade em oferecer às crianças novas oportunidades, revelar seu potencial e promovê-los. Dessa forma, responsáveis e educadores podem aumentar as suas expectativas em relação a suas crianças ao perceberem que elas apresentam maior consciência de suas potencialidades (COPLEY; ZIVIANI apud ALVES, MATSUKURA, 2012), e não somente isso, o desenvolvimento, reconhecimento, autonomia e capacitação desse aluno são fundamentais para a sua inserção na sociedade e a construção de seu futuro.  
Dentro das publicações disponibilizadas pelo MEC, Schirmer (2007) mostra as possibilidades de uso de Tecnologias Assistivas nas escolas, como, por exemplo, em relação ao uso de materiais pedagógicos adaptados, a comunicação alternativa, o computador, recursos de adequação postural e planejamento arquitetônico, explicitando seus significados, modalidades e sugestões de utilização, o que traduz não só uma visão fundamental sobre essa realidade, mas a necessidade de compreendê-la e trabalhá-la no ambiente escolar.
Bersch e Pelosi (2007), por meio do Portal de ajuda técnicas para a educação - Tecnologia Assistiva: recursos de acessibilidade ao computador, disponibilizam aos professores informações básicas sobre os recursos dessa tecnologia, como a utilização do computador, programas e adaptações, escolha do recurso adequado e implementação junto ao aluno com necessidades educacionais especiais. 
Nesse sentido, estudos, como os promovidos por Riemer-Reiss e Wacker (apud ALVES; MATSUKURA, 2011) abordam os fatores de uso e abandono dos recursos de Tecnologia Assistiva. A pesquisa, realizada entre 115 indivíduos com disfunções, usuários de 136 recursos diferentes de Tecnologia Assistiva, através de questionários, mostra como resultado que aqueles que continuaram a usar os recursos tiveram médias significativamente mais elevadas quando comparados com aqueles que interromperam o uso dessa tecnologia. Assim, pode-se dizer que o uso do recurso assistivo no contexto escolar atua como contribuinte à inclusão também dos estudantes, público-alvo da educação especial, por exemplo. 
Assim, o usuário, bem como a família e os profissionais da escola devem estar envolvidos no processo de escolha e implementação do recurso assistivo, pois ele deve trazer benefícios ao usuário e facilitar a tarefa a ser desempenhada, tornando-a simples e prazerosa. Sabemos que nem sempre a educação acompanha o desenvolvimento tecnológico. Assim, idealiza-se que ambos andem lado a lado, mas mesmo que a tecnologia avance rapidamente, cabe à Educação, como um todo, possibilitar que ela se renove a fim de evoluir para ajudar a formar o cidadão, tornando plenamente significativos os processos de ensino-aprendizagem.

Novas tecnologias e novas formas de ensinar e aprender: professores e alunos em processos dinâmicos e colaborativos 
A era tecnológica modificou o ato de ensinar nas escolas. Torna-se cada vez mais necessário e urgente que o professor busque atrelar o fazer docente ao uso das ferramentas. Percebe-se que, desde muito cedo, crianças estão tendo acesso às tecnologias. As crianças nascem em um mundo tecnológico em que as mídias têm grande influência. Seus interesses e padrões de pensamento já fazem parte desse universo, e a escola, inserida nesse contexto, não poderá lidar apenas com informações prontas, acabadas, todavia deverá centralizar suas preocupações no aprendizado do aluno.
Historicamente, o sujeito desenvolveu sua aprendizagem por meio dos conhecimentos adquiridos em seus meios familiar, social e escolar. Hoje, esse desenvolvimento se modificou e está cada vez mais relacionado ao uso dos recursos tecnológicos. O aparato tecnológico começa em casa e muito cedo: são televisores, celulares, tablets, aparelhos de DVD para crianças, videogames, entre outros.
Embora muitos professores elaborem atividades de interação nas redes sociais, por exemplo, aliadas ao conhecimento de suas disciplinas, ainda existe, por parte desses profissionais, uma compreensão limitada da finalidade por parte dos pais, e mesmo dos alunos, gerando alguns equívocos. O mais importante, neste caminho, é que o objetivo dos professores seja o de alcançar o interesse, a participação e a atuação dos alunos com atividades que direcionem-se à reflexão, à crítica e à produção de conhecimento.
Essas interações têm forçado ou incentivado o professor a trazer para dentro da escola a realidade do aluno e, com isso, transformar o modo de ensinar, fazendo com que as mídias tragam, além da informação, a transformação da e pela educação. Entretanto, para que seu uso seja eficaz, são necessários cuidados e sabedoria, pois extravasar, insistindo-se na ideia de que a tecnologia é um fim em si para o aprendizado, esses meios podem não surtir o efeito desejado. Logo, o docente deve ter em mente que seu objetivo maior é que as atividades curriculares e extracurriculares estimulem o desenvolvimento e o aprendizado de forma efetiva e produza o conhecimento.
Para o professor, a presença midiática implica na busca por formação necessária para integrar a adoção das tecnologias em sala de aula, bem como as novas maneiras de encaixar seu uso nesse universo, a abertura a novas possibilidades e o entusiasmo com as possíveis adequações. Esses ajustes são necessários ao ensinar e aprender, de modo que, em plano ideal, os recursos tecnológicos sejam a alavanca necessária para que os rumos da educação em nosso país tomem o rumo da efetiva aprendizagem, e possam, assim, contribuir para que os educandos possam se aprimorar por meio de uma sociedade facilitadora do conhecimento.

CONCLUSÃO

A criatividade é a capacidade humana de gerar novas ideias e ações. Como propõe Rhodes, a criatividade pode ser definida com base em quatro categorias: a primeira fundamenta-se no olhar de quem cria, aborda a criatividade do ponto de vista do criador, enfatizando os temperamentos humano, os hábitos a as atitudes criativas; por meio da segunda categoria, a criatividade é definida como um processo da psique humana, englobando os processos mentais criativos; já a terceira categoria trata a criatividade como algo externo, uma característica ligada aos fatores ambientais e culturais, à relação entre homem, objeto e meio, à convivência e às vivências culturais; por fim, a quarta categoria analisa o potencial criador pelas ações criativas; a criatividade é vista como fruto de seus produtos, é a forma mais concreta de se perceber a criatividade. 
Segundo Bordini e Aguiar (1988), 

A criatividade ultrapassa o puro lazer e pode converter-se em aquisição de conhecimento quando se processa planejadamente. É um meio de apropriação e transformação da realidade, gerando prazer e conhecimento, de forma não exclusiva. Supõe-se uma relação do homem com o mundo, em que o alvo não é meramente o conhecimento do que existe, mas a exploração do existente por algo novo.  
Dessa maneira, no cenário atual de ampla tecnologia e informação, os educadores precisam não só entender e lidar com a variedade de novos recursos tecnológicos, todavia descobrir e buscar o valor das práticas criativas de cunho vivencial e participativo na formação dos educandos. O ser humano é naturalmente um ser social e interativo, capaz de se organizar e intercambiar nas mais simples e, também, nas mais complexas formas de se compreender a sociedade em que está inserido, promovendo, desse modo, sua transformação.
Nessa ótica, continuamos entendendo que na troca de saberes entre professores e alunos, na inclusão de todos para o real aprendizado, devemos nos utilizar de todos os recursos possíveis a fim de viabilizar não somente o acesso à informação, mas a capacitação de um processo de qualidade, atrativo, que aproxime e estimule cada indivíduo, desenvolvendo-lhe em todos os quesitos. Essa é uma das vantagens de se utilizar as TIC, contextualizar, tornar a linguagem dos conteúdos acessível, abordar assuntos segundo o contexto dos estudantes e, devido a esses fatores, expandir o conhecimento e fornecer base intelectual a nossos educandos a fim de que eles possam, por meio disso, promover a transformação de nossa sociedade para melhor. Em outras palavras, conforme colocado pelo professor Spagnol (2015):

Diante da facilidade e ampliação no acesso às informações, cabe à escola o papel de orientar os jovens sobre como utilizar tais informações para que se transformem em conhecimento. O uso das TIC pode contribuir com o professor para criar espaços agradáveis e interessantes de aprendizagem, tornando suas aulas momentos adequados para o processo de gestão do conhecimento. 
 Tendo em vista a leitura dos textos que nos foram disponibilizados, podemos perceber a grande influência que as tecnologias vêm incidindo no desenvolvimento dos alunos de classe de Educação Infantil e Ensinos Fundamental e Médio. Assim, as possibilidades que surgem com o contato dos alunos com diferentes formas de mídias e materiais de uso tecnológicos ampliam de forma considerável a gama de possibilidades na qual os alunos tradicional e historicamente teriam contato. Por fim, ao introduzir em seu planejamento diferentes mecanismos de aprendizagem, com base nas TIC, o docente permite-se abordar, de maneira concreta e com visão na aprendizagem real e significativa, conteúdos, que, por sua vez, geralmente são abordados de modo superficial, não sendo disponibilizado aos educandos um mergulho às incríveis possibilidades proporcionadas por uma gestão participativa dos momentos em sala de aula. Desse modo, a aula em si torna-se lúdica, no sentido de interagir com a realidade do aluno e, ontologicamente, permitir a ele a interpretação segundo sua perspectiva de mundo, despertando nele o real interesse pela descoberta, pela crítica, pela reflexão e pela transformação, tendo por base o cognitivo.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

ALVES, Ana Cristina J.; MATSUKURA, Thelma S. A Tecnologia Assistiva no Contexto da Escola Regular: relatos dos cuidadores de alunos com deficiência física. Distúrb Comun. São Paulo. v. 23. n. 1. 2011. 
BERSCH, Rita de Cássia Reckziegel: PELOSI, Miryam Bonadiu. Portal de ajudas técnicas para educação: equipamento e material pedagógico para educação, capacitação e recreação da pessoa com deficiência física: tecnologia assistiva: recursos de acessibilidade ao computador. Brasília: ABPEE – MEC: SEESP, 2007. 
BORDINI, Maria da Glória e AGUIAR, Vera Teixeira de. Literatura: a formação do leitor. Porto Alegre: Mercado Aberto, 1988. 
CRUZ, E.; FRADÃO, S.; RODRIGUEZ, C.; COSTA, F. A. (coord.). Repensar as TIC na educação: O professor como agente transformador. Editora Santillana, Portugal, 2012. 
MARQUES, Daniela. Formação e infraestrutura ainda são barreiras para professores conectados. TIC na Educação 2014. Disponível em Acesso em: 12 set. 2015. 
SPAGNOL, Lúcio Flavio. Educação e tecnologias. Programa de Graduação Teorias e práticas em Pedagogia. Kairós Centro de Educação Superior, Góias, 2015.


7 comentários:

  1. Parabéns ao grupo, ficou ótimo a confecção do texto.

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  2. Eu gostei bastante do texto,faz uma reflexão sobre o uso das tecnologias de modo geral no âmbito da educação,como alunos e professores estão inseridos e como vem sendo seus resultados.Nos faz pensar sobre a necessidade de formações constantes para melhoramos nossa prática.

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  3. Ótimo trabalho! O texto aborda a questão da criatividade e colaboratividade proporcionada pela dinâmica do uso de tecnologias em sala de aula, valorizando as práticas criativas e interagindo com a realidade do aluno.
    Parabéns!

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  4. Ótimo trabalho! O texto aborda a questão da criatividade e colaboratividade proporcionada pela dinâmica do uso de tecnologias em sala de aula, valorizando as práticas criativas e interagindo com a realidade do aluno.
    Parabéns!

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  5. Muito bom o resultado final! Mesmo tendo colaborado apenas com a revisão, o texto na íntegra ficou bem redigido. As citações foram apropriadas.

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  6. Acessei o site do CETIC.br. Porém, foi por um breve tempo. Vale a pena consultar com mais calma. O trabalho desenvolvido pelos responsáveis é excelente.

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  7. Observação: as postagens foram feitas às 11:10 e 11:11. Devo ter de reconfigura r minha conta no Google.

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